Queremos tanto saber sobre o mundo que nos esquecemos de nos perder pelo olhar.
"As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos" Antídoto José Luís Peixoto
terça-feira, junho 03, 2014
sexta-feira, maio 30, 2014
Mas é curioso ser esse pai que não é ouvido mas como todos os pais que não são ouvidos, não o são porque entre o que o pai quer e o que os filhos necessitam fica o tempo e a oportunidade. Mas ver crescer é belo.
quarta-feira, maio 14, 2014
Testes
quarta-feira, abril 13, 2011
Perca
Estou a acusar um aproximar de idade que não sinto e não percebo. Levanto tantas questões que chega a ser confrangedor a ausência de respostas... Por vezes penso que passei dos dezasseis sem ter as certezas que devia e agora voltaram as questões e a falta de certezas ... Na altura tinha tempo agora não sei.

terça-feira, abril 12, 2011
quinta-feira, abril 07, 2011
Ver de outra maneira
O não olhar ... Um espelho mantendo sempre a distância do vidro que não separa mas protege
Ver de fora
Se as pessoas vissem o anti sorriso que exibem permanentemente . Desenham-se curvas parabólicas nas bocas
quarta-feira, março 16, 2011
Ar
Quanto tempo, quanto mais, quanto... E ainda assim nem sequer tenho a certeza de que seja a luz que me espera

terça-feira, março 15, 2011
Explicação
sexta-feira, março 11, 2011
quarta-feira, março 02, 2011
Escrever
Não é certo que seja por aqui que vou voltar à escrita mas até que consiga desligar-me, vou ensaiando.

sexta-feira, novembro 12, 2010
Cerejas … fora do tempo
quinta-feira, janeiro 21, 2010
Não queria fazer luto mas não falar é pior que guardar e pior que deixar estar, morri um pouco com ele. Não lhe conheço uma história de tristeza e de zanga, creio mesmo que não sabia qual a voz que tinha para gritar, e não foi pela distância, era mesmo assim nas palavras da minha mãe. Tinha sempre um sorriso e uma satisfação na presença de todos nós na sua casa, nos almoços de domingo terminava sempre a dizer "bom almoço" creio que não dissociava do prato principal das presenças em cada um deles. Em novo foi correr a Europa juntando-se aos que procuravam uma vida melhor, França , Belgica e creio que Alemanha foram locais onde esteve e onde trabalhou. Lamento sempre nunca ter conseguido leva-lo de volta a Paris onde viveu junto do aeroporto de Orly, para o ouvir contar as suas pequenas histórias, para revisitar a casa onde viveu com a minha avó ela que me diz a todo o momento que ele gostava muito de nós, como se fosse necessário. Como se o colo dele não chegasse no final de um dia de trabalho, ou se as nossas vontades, prontamente atendidas não fosse testemunho bastante desse amor. O meu avô Joaquim partiu no dia que fazia 89 anos , como viveu, com muita calma, a pensar sempre nos outros e em paz com todos. E de repente apercebo-me que por muito que escreva não vou conseguir dizer um décimo do que ele era para nós. Desta vez nem uma foto encontro nem uma frase dita por outro desta vez perco mesmo as palavras sobre ele.







