quarta-feira, agosto 04, 2004

Identidade

As vezes, mas só as vezes apetece dar-me a conhecer, publicar o currículo, a morada, a foto, e mais uns quantos pormenores biográficos, normalmente estas vontades extemporâneas são como o comer de chamuças, desejo-as por dias a fio e depois como uma e passa até à próxima vontade.
Ainda assim aqui fica mais qualquer coisa...

Para a massa:
60 grs de manteiga
250 grs de farinha
sal q.b.
óleo q.b.
água q.b.
Para o recheio:
250 grs de galinha cozida
1 colher de café de garam massala
1 cebola
1 raminho de hortelã
10 grs de gengíbre fresco
1 dente de alho
sumo de limão
sal q.b.
1 dl de óleo.
Confecção:
Primeiro o recheio:
Num tacho leva-se ao lume o óleo, a cebola e o dente de alho picados. Deixe refogar até alourar a cebola.
Junta-se o garam massala, o gengibre ralado ou cortado às falhinhas e refoga-se mais um pouco.
Mistura-se e envolve-se no refogado a carne da galinha passada pela máquina.
Tempera-se com sal, sumo de limão e a hortelã picada.
Nota: Pode substituir a carne de galinha por outra carne ou por miolo de camarões ou ainda por hortaliças.
A massa:
Deita-se a farinha com o sal e a manteiga numa tigela, mexe-se até a farinha absorver toda a manteiga.
Adiciona-se água suficiente para amassar até estar uma massa dura e maleável.
Tiram-se bocadinhos de massa e com cada bocado forme uma bola que se estende com o rolo, até ficar fina, sobre a pedra da mesa enfarinhada.
Formam-se círculos que se cortam ao meio.
Em cada semicírculo coloca-se ao centro uma colher de chá de recheio.
Molham-se as bordas com clara de ovo, dobram-se em triângulos e fritam-se em óleo quente até ficarem douradas.
Põem-se a escorrer sobre papel absorvente.
fonte: Felicia Sampaio - Editora do Roteiro Gastronómico de Portugal

Tempo

Meditation
Chris Paschke
Paro por momentos, para que algumas coisas voltem a fazer sentido, e o tempo acompanhe as acções.

segunda-feira, agosto 02, 2004

sexta-feira, julho 30, 2004

Bandeiras ao fogo !

Depois de termos o prazer de receber os elogios por um Euro 2004 que nas palavras de todos foi o melhor de sempre em termos organizativos, pergunto-me onde está essa capacidade organizativa, dinamizadora e civilizada da sociedade portuguesa perante o flagelo anual dos incêndios.
No Euro demonstrámos que podemos ser , se quisermos, um povo mobilizado para uma causa, não obstante eu não me rever nessa causa, não deixei de me surpreender com ela .
Pergunto, se o fizemos para apoiar uma equipa porque não noto esse esforço, essa entrega, agora que Portugal se veste de vermelho fogo e verde floresta, onde estão os voluntários do Euro a sua entrega e dedicação agora que precisamos de mil olhos não para olhar para as claques mas para olhar para a floresta, onde está a civilidade dos portugueses, que continuam, não obstante haver leis rigorosas sobre o assunto, a fazer queimadas e a usar fogo de artifício nas festas ou atiram cigarros pelas janelas dos carros, onde está aquele espírito fraterno que se assistia no final dos jogos que Portugal ganhava, desta vez aplicado a ajudar os que tudo perdem, onde está a nossa capacidade organizativa de montar um evento de dimensões europeias e de visibilidade mundial aplicada à preservação da nossa floresta ?A preservação do nosso País?
É necessário voltarmos a motivar-nos por Portugal e necessário demostrar que queremos e podemos contribuir para a urbanidade desenvolvimento do nosso país, para que da próxima vez que se pendurar a bandeira na janela ela não seja vermelho e cinza.

terça-feira, julho 27, 2004

Fogos

imagem retirada da Visão On Line
Doeu ontem ver a reportagem da Sic sobre os últimos incêndios em Portugal.
A realidade sem espectáculo emocional é comovente por si só.
Darfur

Foto tirada no campo de Darfur autor desconhecido
Foi ela que me falou de Darfur pela primeira vez, fiquei chocado com as violações e as sub-condições de vida que se vivem neste campo de refugiados, fiquei chocado por não se saber mais e não ser mais divulgado, fico chocado agora quando se fala de Darfur como mais um fait-diver's noticioso, ao ponto de quando se anuncia uma intervenção britânica na área para tentar deter o genocídio esta ser encarada como uma ingerência igual ao Iraque.
As minhas palavras valem o que valem e ajudam quase nada, talvez só sirvam mesmo para fazer um alerta.
Mas a situação é dramática e relembram-me uma imagem da minha infância, as crianças dos campos de refugiados da Etiópia no ano de 1984 e uma frase  da minha juventude a de um Padre Missionário que andou por África "Fome não é quando te apetece comer,  fome é quando passas semanas sem o fazer e até merda comias se a tivesses".

segunda-feira, julho 26, 2004

Estou como o tempo ...

Kasper Salto
Combato o tempo com post's light, receitas de saladas, imagens frescas, ideias que fazem gelar qualquer um ...
Ensaio : Santana Lopes ganha as próximas eleições com maioria absoluta !

sexta-feira, julho 23, 2004