segunda-feira, outubro 04, 2004

Post Triste.

Marilyn Monroe - Bus Stop
Com a tristeza que acompanha todos estes actos, o comboio passou pela paragem, levando consigo a passageira que sempre se encontrou lá e ia deixando os seus manifestos quotidianos escritos nas suas paredes.
Obrigado por seres quem és e como és, e teres partilhado!

domingo, outubro 03, 2004

Desabafo

Gostava de agora ter palavras bonitas para por aqui, mas há demasiada coisas a terminar à minha volta para conseguir racionalizar, as emoções ligadas a perdas, seja elas quais forem, deviam vir em pastilhas de desgaste lento como a comida para peixes.

quarta-feira, setembro 22, 2004

G.

Werner Bischof / Magnum Photos
Queria-te ao meu lado na cama para falar contigo... até que as palavras deixassem de fazer sentido, até me sentir escorregar para um qualquer canto de memória e mostrar-te o mundo pelos meus olhos, falar-te naquela altura em que ainda influenciava a tua maneira de calçar.
O Divórcio...

Pergunto se não fazes a tentativa legal de reconcialiação ? ... A bem de todos os que afectivamente ficaram filiados no teu blog !

terça-feira, setembro 21, 2004

Opções

Foi tambem pelas tuas opções, necessáriamente estéticas, que eu comecei a olhar suavemente para ti.
..

The present begins always with an action in the past.

segunda-feira, setembro 20, 2004

O nº toca, mas já ninguem atende

Lamento imenso, eras uma leitura diária que fazia com muito prazer.

sexta-feira, setembro 17, 2004

Uma vez em Évora III.

Aprendi que amar pode uma questão de educação, e começa sempre com um pálido sorriso e deve ter sempre presente que ninguém ama ninguém se não passearem juntos, numa descoberta mútua.
Em Évora, foi assim que comecei a amar a cidade.
Uma vez em Évora II.

Catedral
(construção gótica, completada no século 13, com claustro ogival do século 14; a entrada principal está decorada com esculturas representado os apóstolos; o interior data do século 17 e 18; inclui o Museu de Arte Sacra)
Entendi que gostar, é para filmes e música , e que a essas coisas podemos ser infiéis a vontade, ao resto é que não !
Uma vez em Évora...
Uma vez em Évora, num quarto da Pensão Policarpo defini a minha procura sentimental "Não aceito menos que alguém que me coloque um brilho nos olhos" ela riu-se, tinha recentemente encontrado o seu brilho, censurou o cigarro que eu acendia a janela e disse-me "tem calma aparece quando menos esperas", depois acrescentou um "desculpa sei que magoa a espera."