O porque deste Blog não acabar hoje!
Este post é um agradecimento á P
Quando pela primeira vez falei com os do Mal disse-lhes "continuem enquanto fizer sentido" e tenho tentado aqui seguir o que lhes pedi nessa altura, ultimamente e por uma série de causas externas à mim, as coisas começaram a deixar de fazer sentido. Ontem a minha intenção era cometer seppuku no blog. Pediram-me para esperar um pouco, acedi pela pessoa.
Mas eu vou esperar porque depois da conversa que tive descobri que precisava de prespectivar, por enquanto continuo...
P... obrigado pelo esforço que fizesse-te, és uma querida.
"As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos" Antídoto José Luís Peixoto
sexta-feira, outubro 29, 2004
quinta-feira, outubro 21, 2004
Arte Poética
o poema não tem mais que o som do seu sentido,a letra p não é primeira letra da palavra poema,o poema é esculpido de sentidos e essa é a sua forma,poema não se lê poema, lê-se pão ou flor, lê-se erva fresca e os teus lábios, lê-se sorriso estendido em mil árvores ou céu de punhais, ameaça, lê-se medo e procura de cegos, lê-se mão de criança ou tu(...)
José Luís Peixoto em "A Criança em Ruínas" Editora Quasi Edições; 2001
o poema não tem mais que o som do seu sentido,a letra p não é primeira letra da palavra poema,o poema é esculpido de sentidos e essa é a sua forma,poema não se lê poema, lê-se pão ou flor, lê-se erva fresca e os teus lábios, lê-se sorriso estendido em mil árvores ou céu de punhais, ameaça, lê-se medo e procura de cegos, lê-se mão de criança ou tu(...)
José Luís Peixoto em "A Criança em Ruínas" Editora Quasi Edições; 2001
quarta-feira, outubro 20, 2004
segunda-feira, outubro 18, 2004
Aniversário
Por impossíbilidade de o fazer na altura devida, aqui ficam os meus parabéns atrasados á Tasca.
Um abraço a todos.
Por impossíbilidade de o fazer na altura devida, aqui ficam os meus parabéns atrasados á Tasca.
Um abraço a todos.
sexta-feira, outubro 15, 2004
Sentimento Idiossincrático Lusitano (Resumo)
Foi preciso vestir de negro na praia a rogar a N.ª Senhora, para que o barco chegasse a bom porto,
Foi preciso carregar o cesto, pisar a uva, provar o vinho, nos socalcos de xisto,
Foi preciso saber fechar os olhos e ouvir com o coração o destino cantado,
Foi preciso saber aceitar a distância a tristeza, a angustia, lentamente, calmamente,
Foi preciso ver no povo o herói sem nome, o santo sem dia,
Tudo isto foi preciso
Tudo ferramentas na construção do nosso sentimento genético.
Foi preciso vestir de negro na praia a rogar a N.ª Senhora, para que o barco chegasse a bom porto,
Foi preciso carregar o cesto, pisar a uva, provar o vinho, nos socalcos de xisto,
Foi preciso saber fechar os olhos e ouvir com o coração o destino cantado,
Foi preciso saber aceitar a distância a tristeza, a angustia, lentamente, calmamente,
Foi preciso ver no povo o herói sem nome, o santo sem dia,
Tudo isto foi preciso
Tudo ferramentas na construção do nosso sentimento genético.
quinta-feira, outubro 14, 2004
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