Estar
Na cabeça as lutas de dois séculos atrás, 8 horas de trabalho, 8 horas de descanso, 8 horas de lazer, vejo que ando a roubar às outras horas para colocar no trabalho e na estrada o tempo que me falta, que me faz estar em falta.
"As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos" Antídoto José Luís Peixoto
segunda-feira, janeiro 17, 2005
quarta-feira, janeiro 12, 2005
sábado, janeiro 08, 2005
sexta-feira, janeiro 07, 2005
quarta-feira, janeiro 05, 2005
quinta-feira, dezembro 30, 2004
quinta-feira, dezembro 23, 2004
Espírito da Época
Para os que acreditam piamente, para os que acham que até pode ser verdade, para os completos descrentes, para os fascinados pelo brilho, para os que se tornaram brilhantes, para todos os que não se enquadram.
Para todos os clandestinos.
Sejam felizes e façam outros felizes também.
Para os que acreditam piamente, para os que acham que até pode ser verdade, para os completos descrentes, para os fascinados pelo brilho, para os que se tornaram brilhantes, para todos os que não se enquadram.
Para todos os clandestinos.
Sejam felizes e façam outros felizes também.
quarta-feira, dezembro 22, 2004
sexta-feira, dezembro 10, 2004
O meu Natal
O Natal deixou de ser o anúncio da Regina, aquele do avô a levar o coelho o pai natal no comboio ao circo, dentro de uma sala quente e cheia de luz, no dia em que descobri que há pessoas que estão do outro lado do vidro.
Desse Natal não me recordo das prendas que recebi, mas tenho a memória da casa sem condições onde vi a maior celebração de Natal de um miúdo, a prenda mais desejada, uma barra de queijo, da desculpa do "vou lá fora fumar um cigarro" para justificar o nó que me deu por dentro e das lágrimas que saíram sem autorização. O resto não digo os sentimentos desde então em relação ao Natal mudaram muito, crescer como ouvi ontem nem sempre é bom, mas quando virem ai num qualquer supermercado alguém a pedir para uma qualquer campanha de recolha de alimentos, dêem.
O Natal deixou de ser o anúncio da Regina, aquele do avô a levar o coelho o pai natal no comboio ao circo, dentro de uma sala quente e cheia de luz, no dia em que descobri que há pessoas que estão do outro lado do vidro.
Desse Natal não me recordo das prendas que recebi, mas tenho a memória da casa sem condições onde vi a maior celebração de Natal de um miúdo, a prenda mais desejada, uma barra de queijo, da desculpa do "vou lá fora fumar um cigarro" para justificar o nó que me deu por dentro e das lágrimas que saíram sem autorização. O resto não digo os sentimentos desde então em relação ao Natal mudaram muito, crescer como ouvi ontem nem sempre é bom, mas quando virem ai num qualquer supermercado alguém a pedir para uma qualquer campanha de recolha de alimentos, dêem.
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