Ontem desliguei-me, abandonei-me por uns segundos a uma torrente que passava e deixe-me ir, anónimo, sem pensamentos, sem emoções, sem ver, deixei que as funções primárias do meu corpo me comandassem! A experiência ainda não tem uma conclusão definitiva!
"As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos" Antídoto José Luís Peixoto
quarta-feira, outubro 04, 2006
terça-feira, setembro 26, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006

A porta.
Passou mesmo muito tempo… corri o risco de não saber o caminho de entrada para aqui, passou mesmo muito tempo, desde que esta página de começou a ser alter-ego, relato ás vezes de uma só frase ou foto que me passou pelos olhos.
Creio que por vezes fui incoerente, não na forma como escrevi essa é uma liberdade minha, mas sobre os motivos que me levaram a faze-lo, “We Are All Made of Stars” por isso todos nós aspiramos a sê-lo, mesmo que seja um estrela virtual com reconhecimento medido pelo nº de entradas da nossa caixa de comentários, pelo nº de visitas que o contador nos dá. Creio que andei demasiado tempo entretido com essas coisas, perdi-me e perdi a capacidade de me exprimir verdadeiramente quando isto aconteceu.
Por tudo isto e mais ainda outras coisas, parei, deixei que fosse outro a dizer a quem aqui veio que este blog me tinha matado.
Mas ainda não foi desta que fechei a porta, porque actualmente tenho mais necessidade de escrever aqui do que nunca.
sexta-feira, abril 28, 2006
You Have Killed Me

Pasolini is me
'Accattone' you'll be
I entered nothing and nothing entered me
'Til you came with the key
And you did your best but
As I live and breathe
You have killed me
You have killed me
Yes I walk around somehow
But you have killed me
You have killed me
Piazza Cavour, what's my life for?
Visconti is me
Magnani you'll never be
I entered nothing and nothing entered me
'Til you came with the key
And you did your best but
As I live and breathe
You have killed me
You have killed me
Yes, I walk around somehow
But you have killed me
You have killed me
Who am I that I come to be here...?
As I live and breathe
You have killed me
You have killed me
Yes I walk around somehow
But you have killed me
You have killed me
And there is no point saying this again
There is no point saying this again
But I forgive you, I forgive you
Always I do forgive you

Pasolini is me
'Accattone' you'll be
I entered nothing and nothing entered me
'Til you came with the key
And you did your best but
As I live and breathe
You have killed me
You have killed me
Yes I walk around somehow
But you have killed me
You have killed me
Piazza Cavour, what's my life for?
Visconti is me
Magnani you'll never be
I entered nothing and nothing entered me
'Til you came with the key
And you did your best but
As I live and breathe
You have killed me
You have killed me
Yes, I walk around somehow
But you have killed me
You have killed me
Who am I that I come to be here...?
As I live and breathe
You have killed me
You have killed me
Yes I walk around somehow
But you have killed me
You have killed me
And there is no point saying this again
There is no point saying this again
But I forgive you, I forgive you
Always I do forgive you
quinta-feira, abril 20, 2006
14 anos e qualquer coisa...AvantGarage.

A fome não é a do jantar é de reviver uma fase da vida de todos em que dress black and strange imperava, Manchester era a referência da música, sangria era a bebida de eleição para as festas, num milagre de multiplicação do álcool pelo pouco dinheiro que se tem aos 17. Parece que a AvantGarage ainda mexe muitos anos depois. Mexe essencialmente porque a meu ver não há altura melhor para se ser rebelde que quando se tem a juventude e a imortalidade do nosso lado e não há melhor altura para reviver esses tempos quando ainda acreditamos que conseguimos 14 anos depois fazer as coisas que fazíamos aos 17.
Com avisos de agressões para os que sucumbirem excessivamente à nostalgia e com a promessa de muita musica ... dia 5 ou 6 de Maio na Arcada
Jantar com a presença dos que fizeram de uma garagem poeirenta um palco de ideias e um grupo de amigos.

A fome não é a do jantar é de reviver uma fase da vida de todos em que dress black and strange imperava, Manchester era a referência da música, sangria era a bebida de eleição para as festas, num milagre de multiplicação do álcool pelo pouco dinheiro que se tem aos 17. Parece que a AvantGarage ainda mexe muitos anos depois. Mexe essencialmente porque a meu ver não há altura melhor para se ser rebelde que quando se tem a juventude e a imortalidade do nosso lado e não há melhor altura para reviver esses tempos quando ainda acreditamos que conseguimos 14 anos depois fazer as coisas que fazíamos aos 17.
Com avisos de agressões para os que sucumbirem excessivamente à nostalgia e com a promessa de muita musica ... dia 5 ou 6 de Maio na Arcada
Jantar com a presença dos que fizeram de uma garagem poeirenta um palco de ideias e um grupo de amigos.
quinta-feira, março 16, 2006
A morte por pedido...
Este blog ainda não se encontra pronto para a morte, mesmo que agonize lentamente a morte aqui não se faz por pedido, mas por vontade, assumo este é um blog suicida ou que vai acabar por causa naturais.
Aqui ainda se respira, ligado á máquina, os batimentos cardíacos podem ser fracos e esporádicos mas ainda corre o sangue nas veias.
Este blog ainda não se encontra pronto para a morte, mesmo que agonize lentamente a morte aqui não se faz por pedido, mas por vontade, assumo este é um blog suicida ou que vai acabar por causa naturais.
Aqui ainda se respira, ligado á máquina, os batimentos cardíacos podem ser fracos e esporádicos mas ainda corre o sangue nas veias.
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
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