sexta-feira, novembro 28, 2008

E novamente…

O meu metabolismo sócio laboral é mais rápido que a minha mudança epidérmica.

terça-feira, novembro 25, 2008

A alegria que chega…

A paternidade recente acrescentou rugas de noites na minha cara,

um cansaço ao corpo que agora dorme a prestações,

passei a viver em horários determinados pela satisfação e a limpeza.

Nunca pensei que tudo isto fosse tão cativante.

quarta-feira, setembro 17, 2008

A atitude é para quem a toma…



Desengane-se quanto a infantilidade da decisão o magrinho forreta, que troca o que é justo por um fim de semana no Alentejo , tudo pago, tudo incluído.

A Atitude é o meu refugio moral de mau estar, em troca não o agrido verbalmente não lhe enfio uma bota no cu.

quinta-feira, setembro 11, 2008

Ligeiramente sempre


Nem as alegrias da paternidade futura, me retiram a ligeira tristeza
que me acompanha desde que me lembro de ser, em tempos questionei-me
se era por ser de uma geração assim... ligeiramente triste com tudo.
Ou seria eu ?
Agora, como na altura não encontrei resposta que me alegrasse.

quinta-feira, março 13, 2008

Através de ti

Cada vez atravesso mais pessoas como meu olhar.

Os que diariamente povoam as minhas ruas são de acrílico,

e nem o cheiro a noite de sofrimento chega para alterar a cor com que os vejo.

sexta-feira, março 07, 2008

Voltar á escrita

A distância que criei na ausência das palavra, faz com que, ao
processo de escrever voltasse a dificuldade inicial .
Se voltar atrás na memória ouvirei "fala mais de ti, expõem-te mais"
mas a memória é traiçoeira e se nem sempre o que te dizem é o que
queres ouvir ou fazer, a maleabilidade da memória permite ajustes de
forma a tornar as palavras mais suaves á vontade.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Regresso

Hoje deu-me voltande de regressar sair das sombras e voltar a escrever por quanto tempo , não interessa, pelo tempo que for preciso ou antes pelo espaço que for necessário.

sexta-feira, dezembro 29, 2006

Creio que vi o amor começar ( parte 2 )


Ela disse-lhe tudo, a que horas se deitava, cedo sem novelas, o que habitualmente comia, coisas ligeiras, pediu-lhe desculpa por uma pequena mentira, a saída naquela noite não podia ser a dois as amigas ainda não sabiam.
Ele envergonhado encostou a sua mão a perna dela fazendo-lhe pequenas festas, discretas, perdoou a mentira, disse que não fazia mal entendia, assentiu que comer muito faz mal, confessou que em casa não tinha o habito de se deitar cedo, mas deixou a promessa sem o referir que podia mudar.
Na banalidade da conversa que tiveram mais que os perfis trocaram cumplicidades.

quarta-feira, novembro 22, 2006

Creio que vi o Amor começar…

Discutiam os prazos de interposição de recursos e as questões a ter em conta nos diferentes processos sumario ou sumaríssimo, recordavam os artigos, as alíneas e montantes de cada um, adveio então o silêncio, os olhos já discorriam sobre os beijos futuros e os projectos inimagináveis do primeiro toque de mãos.

terça-feira, novembro 14, 2006

Re:

Entendi finalmente a minha espécie, rejeito o urbano e assumo a ruralidade como minha, percebi que não me fascinam as grandes avenidas, não as troco pelos campos vermelhos da época.