Os espaços vazios começam a ser mais importantes que o que se encontra preenchido.
"As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos" Antídoto José Luís Peixoto
quarta-feira, junho 03, 2009
sexta-feira, novembro 28, 2008
terça-feira, novembro 25, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
quinta-feira, setembro 11, 2008
Ligeiramente sempre

Nem as alegrias da paternidade futura, me retiram a ligeira tristeza
que me acompanha desde que me lembro de ser, em tempos questionei-me
se era por ser de uma geração assim... ligeiramente triste com tudo.
Ou seria eu ?
Agora, como na altura não encontrei resposta que me alegrasse.
quinta-feira, março 13, 2008
Através de ti
Cada vez atravesso mais pessoas como meu olhar.
Os que diariamente povoam as minhas ruas são de acrílico,
e nem o cheiro a noite de sofrimento chega para alterar a cor com que os vejo.
sexta-feira, março 07, 2008
Voltar á escrita
A distância que criei na ausência das palavra, faz com que, ao
processo de escrever voltasse a dificuldade inicial .
Se voltar atrás na memória ouvirei "fala mais de ti, expõem-te mais"
mas a memória é traiçoeira e se nem sempre o que te dizem é o que
queres ouvir ou fazer, a maleabilidade da memória permite ajustes de
forma a tornar as palavras mais suaves á vontade.
processo de escrever voltasse a dificuldade inicial .
Se voltar atrás na memória ouvirei "fala mais de ti, expõem-te mais"
mas a memória é traiçoeira e se nem sempre o que te dizem é o que
queres ouvir ou fazer, a maleabilidade da memória permite ajustes de
forma a tornar as palavras mais suaves á vontade.
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Regresso
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Creio que vi o amor começar ( parte 2 )

Ela disse-lhe tudo, a que horas se deitava, cedo sem novelas, o que habitualmente comia, coisas ligeiras, pediu-lhe desculpa por uma pequena mentira, a saída naquela noite não podia ser a dois as amigas ainda não sabiam.
Ele envergonhado encostou a sua mão a perna dela fazendo-lhe pequenas festas, discretas, perdoou a mentira, disse que não fazia mal entendia, assentiu que comer muito faz mal, confessou que em casa não tinha o habito de se deitar cedo, mas deixou a promessa sem o referir que podia mudar.
Na banalidade da conversa que tiveram mais que os perfis trocaram cumplicidades.

Ela disse-lhe tudo, a que horas se deitava, cedo sem novelas, o que habitualmente comia, coisas ligeiras, pediu-lhe desculpa por uma pequena mentira, a saída naquela noite não podia ser a dois as amigas ainda não sabiam.
Ele envergonhado encostou a sua mão a perna dela fazendo-lhe pequenas festas, discretas, perdoou a mentira, disse que não fazia mal entendia, assentiu que comer muito faz mal, confessou que em casa não tinha o habito de se deitar cedo, mas deixou a promessa sem o referir que podia mudar.
Na banalidade da conversa que tiveram mais que os perfis trocaram cumplicidades.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




